O que a escala pergunta
A escala registra a que altura você põe a régua sozinho e em quanto tempo quer subi-la de novo. As afirmações falam de mirar um resultado excelente, de escolher metas que cobram mais de você e de saber se chegar a uma delas deixa sossego ou inquietação. O que se mede aqui é o apetite por mais, e não o que já foi entregue.
A faceta pertence à conscienciosidade, o domínio das metas, da ordem e da palavra cumprida, e fica perto do centro dela: contra a nota total do domínio chega a 0,79, atrás apenas da autodisciplina. Querer um resultado maior é uma disposição, entregá-lo semana após semana é outra, e as duas se separam com frequência.
Em 135.947 perfis a média daqui é 37,6 de 50, a terceira mais alta entre as seis facetas da família e quase sete pontos acima da autodisciplina. Ambição se admite com mais facilidade do que agenda cumprida. Por isso 38 brutos ficam no meio do pelotão, e a décima parte de cima só abre em 45.
Na pesquisa a escala costuma manter o nome de achievement striving, e a tradição mais antiga da motivação de realização cobre quase o mesmo terreno. As afirmações vêm do pool aberto do IPIP, na edição publicada por Johnson.